Nós continuamos num círculo, num círculo onde sabemos onde vai dar, nós já lá estivemos. Sempre à espera que seja diferente e que estejamos mais perto um do outro, mas acaba por nos separar. Aqueles pequenos buracos de feridas, que nunca se chegam a fechar, permanecem.
Até que um dia, essas feridas, fecham-se e nesse dia, tu percebes que estavas a viver um erro. Primeiro dói, depois vêem as saudades, depois a revolta e depois dói outra vez... sempre assim até te cansares. E quando te cansas? Aí, mudas a tua vida. A veia pára de verter e tu deixas de sangrar, e o teu sorriso, com que andavas no rosto, torna-se verdadeiro. Eu sei que dói, mas acredita que vais vencer. Acredita que o teu dia vai chegar, eu sei que sim.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
- a dor é inevitável, o sofrimento uma opção.
Estou farta daquilo que sou, farta daquilo que penso, farta daquilo que vejo, que sinto e farta daquilo que digo. Estou farta! Farta de tudo em geral. Farta de viver, nunca quis ser uma daquelas pessoas com a alma vazia, um fantasma, por assim dizer, apenas mais uma que sorri por sorrir. Mas foi exactamente nisso que me tornei. Já digitei tantas vezes 'estou bem' quando na realidade não estava e a dor esmagava-me mas, sempre quis ser forte, sempre quis não mostrar aquilo que sinto.
Não estou farta apenas do que sou por dentro, mas também do que sou por fora. É verdade, apenas mais uma fase da adolescência, dizem eles, mas só eu sei o que sinto e daquilo que dói. Dói não ser a rapariga que os rapazes bonitos, dói ser a única a dizer 'nunca namorei', dói e eu tento superar, mas nada resulta. O buraco que se abre quando alguém me magoa, nunca fecha... Fica ali, a remoer, a tentar destruir-me aos pedacinhos. E eu mais uma vez ignoro.
Rio quando tenho vontade de chorar, fico calada quando me apetece gritar e ignoro quando não o quero nem devia fazer. E cá estou eu, uma simples adolescente, a tentar viver a vida, um dia de cada vez.
Não estou farta apenas do que sou por dentro, mas também do que sou por fora. É verdade, apenas mais uma fase da adolescência, dizem eles, mas só eu sei o que sinto e daquilo que dói. Dói não ser a rapariga que os rapazes bonitos, dói ser a única a dizer 'nunca namorei', dói e eu tento superar, mas nada resulta. O buraco que se abre quando alguém me magoa, nunca fecha... Fica ali, a remoer, a tentar destruir-me aos pedacinhos. E eu mais uma vez ignoro.
Rio quando tenho vontade de chorar, fico calada quando me apetece gritar e ignoro quando não o quero nem devia fazer. E cá estou eu, uma simples adolescente, a tentar viver a vida, um dia de cada vez.
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